Bienvenidos a estas palabras del alma. Que todos nos reencontremos en el instante de su eternidad.


EFLUVISMO



Bernardo Silfa Bor
A Virgilio López Azuán

Tus efluvios son tonadas
que orillan los tiempos
son pálpitos lúdicos de voces
como caricias tiernas
en la piel del poema
son otra dimensión del lenguaje
para las luces universales
del hombre
otro temblor de vida
que como rayos infinitos
asombran a las almas
y encienden las miradas
tus efluvios como imagen
son sendas dulces
para transitar las claridades
son huellas de ese silencio
que llamas diamante
son esas otras posibilidades
para sobrevivir a la era.

1 comentario:

Fanzine Episódio Cultural dijo...

CHE GUEVARA

O látego do carrasco
Deixou a mostra as veias abertas
De uma América sem líderes,
Cheia de ditadores patéticos
E de déspotas obtusos,
Promíscuos em suas salas de mármore.

Há os que iludem com discursos
E os que mentem sem palavras –
Apoderam-se de mecanismos de tortura
Para espalhar o pânico e o terror.

A América se ergue com a sua mão direita
Que, ensangüentada, deixa-se extinguir,
Cambaleante cai sobre a perna esquerda,
Em repetidos golpes...

O guerrilheiro está morto!
Seu idealismo se tornou sonho,
O sonho transcreveu sua lenda,
A lenda transformou-se em eternidade.

A América de Guevara se perpetua,
Em sua eterna busca
Pelos verdadeiros líderes,
Por sua total e plena liberdade.


*Agamenon Troyan (poeta brasileiro), autor do livro O ANJO E A TEMPESTADE